Sinceramente falando, não sei qual foi o critério de seleção para o novo programa do aprendiz 7 da rede record de televisão, mas em conversa com alguns colegas foi percebido que a equipe de jogadores está muito fraca; não estou aqui questionando o nível intelectual de cada um, porém acho que essa nova roupagem do programa talvez, de forma consciente, deixou esse “nível” cair.

Falar em universitários é explorar o conhecimento recém inaugurado em nossas mentes, mostrar o novo de forma surpreendente, motivar a criação pura e sem nenhuma fronteira com a realidade que possa limitar a atuação criativa e inovadora; talez esse conceito “sem limite” nos deu diariamente o avanço cientifico, através das grandes mentes brilhantes e suas quebras de paradigmas.

Na última edição do programa, ainda com a apresentação do Roberto Justus, havia um nível intelectual bem mais completo; a pergunta é: será que a edição anterior deu a cara de um programa universitário, de fato ? Na minha percepção, apesar da baixa qualidade individual dos participantes de hoje, achei esse novo modelo com mais cara de uma proposta jovial e universitária. Não estou aqui querendo nivelar a classe universitária por baixo, pelo contrário, apenas entendo que os fatores idade e experiência profissional são cargas que deveriam ser observadas para uma proposta de programa como esse.

É isso, a idéia é dedicar esse espaço para comentários sobre a atuação de cada representante, as tarefas, as exigências e como podemos levar isso para o nosso dia-a-dia.

Questionem!

Grande abraços à todos.

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3 Responses to

  1. Marcela Botteri disse:

    Ver no programa de ontem, as equipe são formadas por universitários bem ‘desqualificados”. A prova era bem simples, e eles tinham o apoio tanto do corpo de bombeiros, com quem podiam coletar todas as informações, tanto da parte da produção do evento! Para quem não viu, cada equipe deveria montar um evento para conscientização dos motociclistas em SP. A equipe Up foi a vencedora. Mas na minha opinião, ela nao ganhou (pois o evento não foi tão bom) e sim, a Avant que perdeu. Pois esta fez um evento péssimo, a Líder não soube delegar as tarefas, houve erros ortográficos nos folders, o horario nao foi cumprido, escolheram aprontadores em forma de capacete para brinces, ou seja, em varios aspectos passaram longe do publico-alvo. Os integrantes entenderam que era para abordar toda a população, mas a proprota da tarefa era atingir os motociclistas e alertá-los sobre os perigos. O slogan deles foi de baixa criatividade (Moto dia Legal); o controle orçamentário foi totalmente “descontrolado” , a responsável não prestou contas corretamente.
    Além de tudo, escolheram um lugar que o corpo de bombeiros nao recomendou e disse portanto, que a propria equipe se responsibilizaria por todo o processo do evento, e mesmo assim eles optaram pelo local. Tiveram diversos erros “imperdoáveis”. E na sala de reunião, uma integrante diz a seguinte frase após ser questionada: “eu não tive nada a ver com isso, nao era o meu trabalho”. O Doria fez ela repetir e disse que se fosse um funcionario dele falando isso, ele entregaria uma carta de reocmendação para ele procurar emprego na concorrente! Foi uma vergonha!

    Comparando com o programa anterior, este realmente está mais com “cara” de universitario, mas o que nao significa que os estudantes devam ser tão “sem capacidade” como está parecendo (mesmo sem experiencia, o universitario que esta no programa deveria ter conhecimento e saber aplicá-lo. Sem contar as brigas internas em cada equipe. Eles não entenderam ainda a importancia do trabalho em equipe, e que isto que vai mante-los longe da sala de “demissão”.

  2. Rebeca Romero disse:

    Gostei do artigo! É sempre bom avaliar e opinar sobre como anda a comunicação da Tv brasileira. Em especial, os reality show’s, ou, no caso, SHOW da não realidade. Eheh!
    Sucesso!

    Bjobjo!
    Rebeca Romero

  3. Raphael disse:

    Vendo o programa da última terça-feira, pensei em alguns aspectos: Ou nossa turma está a anos-luz destes candidatos ou a formatação do programa engessa tanto os participantes que eles “dão pane”. É evidente que eles se tornam personagens caricatos do que vem a ser um “executivo de ferro”. A garota que escapou da demissão (injustamente diga-se, pois colocar um post-it no lugar de nota fiscal para comprovar despesas é o cúmulo do absurdo) botou uma cena… uma personagem cisuda, chegava a ficar com biquinho, com cara de má… No final, não aguentou a pressão, chorou…
    Li numa entrevista com o Dória Jr que ele mudaria a condução do programa, fazendo um programa mais “ameno” comparado a condução “sem coração” do Justus e que o fator inovação seria a temática. Muito correto se pensarmos que o programa lida com universitários, pessoas, na maioria das vezes, cruas no que diz respeito ao mercado de trabalho e cheias de idéias oriundas da sala de aula. Só que acho que esqueceram de falar isso para os participantes, que mais uma vez digo, vestem presonagens de “homens e mulheres de gelo” mas não seguram a pressão. Erros primários, como erros de portugues,falta dos principios básicos da administração (planejamento, controle)e de educação mesmo… Uma postura mais descontraída, seguindo para o diferencial que se esperaria de um universitário – inovação, gás, alto astral – é o que daria uma tonica mais interessante ao programa. Já que o Kanda tem o contato da rebeca, que participou do outro programa, seri ainteressante que ela contasse sua experiência.

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