Intraempreendedor, existe ?

Boa noite amigos.

Hoje eu li um trabalho sobre o tema “intraempreendedorismo” que me fez refletir sobre alguns assuntos ligados a administração moderna;

Nós, administradores ou quase, já não criamos nada desde a década de 70, uma era de estagnação. Na visão atual o intraempreendedor deve ser prioridade dentro das organizações, pois tem um perfil dinâmico, inovador e uma visão mais ampla das situações que se contrapõem ao dia-a-dia do trabalho.

Com base nisso, e pensando na pequena e média empresa, como seria a relação e/ou choque gerencial entre o chefe (dono da empresa e com um perfil empreendedor) e o intraempreendedor, uma vez que o perfil é exatamente igual; quais os desafios e vantagens nisso ?, qual produto gerado nessas discusões ?, há algum indicador que mensure esse nível de competitividade ?

Me questiono isso, pois acredito que o termo intraempreendedor não deva existir, já somos intraempreendedores desde criança, pois criamos e estamos dentro de um sistema (capitalista) e também acho que colocamos muitos nomes pra termos já conhecidos.

O tal intraempreendedor é uma pessoa provida de dinamismo e voltado a criação com decisões inovadoras. Notaram algum termo diferente ? Nem eu! (risos).

Não seja um intraempreendedor, apenas inove. Sempre!

Abraços.

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Uma resposta para Intraempreendedor, existe ?

  1. Raphael disse:

    Nesta caminhada procurando aprender e compreender a Administração tenho me deparado com um sem fim de neologismos para designar “coisas” que já existem há um tempão, e ouso dizer, até mesmo características inatas de nós “primatas superiores”.

    E bem como nosso amigo Kanda disse o tal do intraempreendorismo, na visão de uns, nada mais é que a adaptabilidade ao meio que nos tirou da condição de “quatro patas” e nos colocou à de “quatro rodas”… Alguns denominam intraempreendorismo como empreendedorismo corporativo… Pode até ter outra palavra, mas aí já não sei…

    O que mais importa dizer é que com a velocidade que a informação é gerada/tradata/repassada TODOS devem e tem que se adaptar, da melhor forma possível, para não ser engolidos por este ente invisível… Chega a ser darwiniano!

    Jay Rao, professor de tecnologia da Babson College, nos EUA, afirmou que as empresas precisam desenvolver a cultura da inovação, investir em pessoas criativas e não ter medo de falhar (site Pequenas Empresas, Grandes Negócios). Mais aí fica a pergunta: e se falhar, quem paga a conta??? Vivemos num mundo capitalista, sinto dizer…

    Penso também em outra questão: Pequenas e médias empresas teriam robustez necessária para agüentar trancos? Ou seria viável nestes ambientes criar “células de inovação”?

    Para as pequenas e médias empresas vejo como ponto crucial a gestão de pessoas, num viés de gestão por competências, caminho esse que, no meu entender, anda paralelo ao intraempreendedorismo. Mas novamente levanto o questionamento: nossa gestão paternalista está preparada para descentralizar (de fato e de direito) o processo decisório?

    Não sou o Gonzaguinha, mas eu ainda “acredito na rapaziada”. Isto é, vejo que pequenas e médias empresas “jovens”, estruturadas em redes, focadas no seu negócio mas trabalhando em parcerias é que podem fazer a diferença e apresentar algo novo para esta jovem senhora chamada Administração… Quem sabe depois que a Administração botar um botox e um silicone ela me responda as perguntas acima….

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