Custo ou benefício ? – táxi ou carro ?

Agosto 29, 2009

Algum tempo atrás, conversando com meu sogro, surgiu um assunto que me deixou curioso e empolgado para transformá-los em número. Há um certo mito em saber oque é mais caro hoje em dia: ter um carro ou andar de táxi ?

Nas últimas duas semanas fiz um estudo para saber o quanto é essa diferença. Esse estudo é restrito aos custos da cidade de Macaé-RJ e considera as seguintes premissas;

720 Km rodado/mês (considerando uma pessoa que trabalha 24 dias e roda uma média de 30 km/dia),R$ 2,78 para gasolina, 6% de depreciação/ano do veículo, custos padrões de licenciamento/IPVA/seguro de acordo com a tabela Detran-RJ, juros de 8,35% no financiamento de 36x sobre o valor integral do automóvel e um custo de R$ 1,38/km para o táxi 1.0 completo,

O carro analisado nesse estudo é um popular 1.0 que consome 12 km/ltr – Completo.

Resultado:

Custo mensal (automóvel): R$ 629,00¹
Custo mensal (Táxi): R$ 990,00
Custo mensal (ônibus): R$ 200,00²

Há uma econômia de 36%, que aplicados à um rendimento médio de 1% pode lhes proporcionar uma troca de carro a cada três anos.

¹Esse custo não considera o valor de amortização do veículo pois entendi ser um investimento e não uma despesa real.
²Com base na renda per capita da cidade, calculei uma média de 6% de desconto em folha para liberação do vale transporte.

Considerações:

Sou extremamente a favor de uma postura mais radical e focada na melhoria das condições do transporte público coletivo, uma vez esse DIREITO assegurado, ninguém precisaria de carro e ao invés de 40 carros circulando teriamos 40 pessoas sentadas dentro de um único ônibus, tente multiplicar isso pela população da sua cidade e veja se o caos do trânsito não acabaria?!

Até breve!


Consórcio de imóveis; saiba porque você deve adquirir um

Agosto 13, 2009

Seja para morar ou para investir, a compra de imóveis por meio de consórcios tem crescido nos últimos anos. Segundo os dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), nos primeiros seis meses do ano, o número de pessoas que adquiriram uma casa, apartamento ou sala comercial via estes grupos chegou a 32 mil. No mesmo período do ano passado, foram 29 mil os contemplados em sorteio ou com uso do lance.

E cada vez mais gente adere ao sistema onde vários compradores se unem para adquirir um bem, cada um pagando uma parcela todos os meses. Pelas mesmas estatísticas, o número de cotas de planos imobiliários vendidas (cada cota representa um consorciado, mas é possível ter mais de uma) nos primeiros seis meses do ano chegou a 100 mil. No mesmo período de 2008, o acumulado era de 97 mil, fazendo o número de pessoas em consórcios imobiliários no Brasil chegar a 525 mil, contra os 492 mil de junho de 2008.

Uma das vantagens do consórcio para a aquisição de imóvel, em relação ao financiamento tradicional, é que o pagamento mensal às administradoras, para o mesmo valor de crédito, é inferior ao das prestações dos bancos.

- A grande diferença é essa: o financiamento tem altas taxas de juros ainda e, no consórcio, o que ele vai pagar a mais é só a taxa de administração

Numa simulação feita pela administradora, para um imóvel de R$ 100 mil, o consorciado pagaria R$ 820 por 150 meses (12 anos e meio). No fim do período, a pessoa teria pago R$ 123 mil, incluindo a taxa de administração do consórcio, 52% menos que num financiamento bancário com juros de 12,83% ao ano, em que as parcelas mensais podem chegar a R$ 1.736. Neste caso, o total pago ao fim do prazo seria R$ 260 mil, quase o triplo do valor do bem.


Resposta

Agosto 12, 2009

Estou postando a resposta que recebi da COSEAC justificando o aumento do número de vagas para o curso de empreendedorismo e inovação no pólo de Rio das Ostras:

“Prezado Luiz Alberto,

A oferta de vagas num processo seletivo é estabelecida a partir da estimativa de demanda e da possibilidade de absorção de alunos nos respectivos pólos a partir da estrutura planejada para aquele período letivo.

Assim, observando estas circunstâncias e sob orientação da Universidade e da UAB, o colegiado do curso estabelece um número de vagas que entende possível naquele momento.

Ocorre que, como o próprio edital do processo seletivo define, cabe ao colegiado, a partir de estudos posteriores, alterar o quantitativo de vagas ofertados inicialmente, utilizando sempre critérios que entende razoáveis para esta decisão.

E foi assim que decidimos pelo aumento de vagas em quatro pólos, ou seja, observando a demanda, a estrutura física e acadêmica do polo e a garantia de desenvolvimento dos alunos no transcorrer do curso em seus respectivos pólos.

Sem mais para o momento.

Atenciosamente, Mauro de Almeida – Coord. Sistema Acadêmico”