janeiro 3, 2010
Boa noite amigos.
Hoje eu li um trabalho sobre o tema “intraempreendedorismo” que me fez refletir sobre alguns assuntos ligados a administração moderna;
Nós, administradores ou quase, já não criamos nada desde a década de 70, uma era de estagnação. Na visão atual o intraempreendedor deve ser prioridade dentro das organizações, pois tem um perfil dinâmico, inovador e uma visão mais ampla das situações que se contrapõem ao dia-a-dia do trabalho.
Com base nisso, e pensando na pequena e média empresa, como seria a relação e/ou choque gerencial entre o chefe (dono da empresa e com um perfil empreendedor) e o intraempreendedor, uma vez que o perfil é exatamente igual; quais os desafios e vantagens nisso ?, qual produto gerado nessas discusões ?, há algum indicador que mensure esse nível de competitividade ?
Me questiono isso, pois acredito que o termo intraempreendedor não deva existir, já somos intraempreendedores desde criança, pois criamos e estamos dentro de um sistema (capitalista) e também acho que colocamos muitos nomes pra termos já conhecidos.
O tal intraempreendedor é uma pessoa provida de dinamismo e voltado a criação com decisões inovadoras. Notaram algum termo diferente ? Nem eu! (risos).
Não seja um intraempreendedor, apenas inove. Sempre!
Abraços.
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Escrito por simeao
agosto 29, 2009
Algum tempo atrás, conversando com meu sogro, surgiu um assunto que me deixou curioso e empolgado para transformá-los em número. Há um certo mito em saber oque é mais caro hoje em dia: ter um carro ou andar de táxi ?
Nas últimas duas semanas fiz um estudo para saber o quanto é essa diferença. Esse estudo é restrito aos custos da cidade de Macaé-RJ e considera as seguintes premissas;
720 Km rodado/mês (considerando uma pessoa que trabalha 24 dias e roda uma média de 30 km/dia),R$ 2,78 para gasolina, 6% de depreciação/ano do veículo, custos padrões de licenciamento/IPVA/seguro de acordo com a tabela Detran-RJ, juros de 8,35% no financiamento de 36x sobre o valor integral do automóvel e um custo de R$ 1,38/km para o táxi 1.0 completo,
O carro analisado nesse estudo é um popular 1.0 que consome 12 km/ltr – Completo.
Resultado:
Custo mensal (automóvel): R$ 629,00¹
Custo mensal (Táxi): R$ 990,00
Custo mensal (ônibus): R$ 200,00²
Há uma econômia de 36%, que aplicados à um rendimento médio de 1% pode lhes proporcionar uma troca de carro a cada três anos.
¹Esse custo não considera o valor de amortização do veículo pois entendi ser um investimento e não uma despesa real.
²Com base na renda per capita da cidade, calculei uma média de 6% de desconto em folha para liberação do vale transporte.
Considerações:
Sou extremamente a favor de uma postura mais radical e focada na melhoria das condições do transporte público coletivo, uma vez esse DIREITO assegurado, ninguém precisaria de carro e ao invés de 40 carros circulando teriamos 40 pessoas sentadas dentro de um único ônibus, tente multiplicar isso pela população da sua cidade e veja se o caos do trânsito não acabaria?!
Até breve!
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Escrito por simeao
agosto 13, 2009
Seja para morar ou para investir, a compra de imóveis por meio de consórcios tem crescido nos últimos anos. Segundo os dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), nos primeiros seis meses do ano, o número de pessoas que adquiriram uma casa, apartamento ou sala comercial via estes grupos chegou a 32 mil. No mesmo período do ano passado, foram 29 mil os contemplados em sorteio ou com uso do lance.
E cada vez mais gente adere ao sistema onde vários compradores se unem para adquirir um bem, cada um pagando uma parcela todos os meses. Pelas mesmas estatísticas, o número de cotas de planos imobiliários vendidas (cada cota representa um consorciado, mas é possível ter mais de uma) nos primeiros seis meses do ano chegou a 100 mil. No mesmo período de 2008, o acumulado era de 97 mil, fazendo o número de pessoas em consórcios imobiliários no Brasil chegar a 525 mil, contra os 492 mil de junho de 2008.
Uma das vantagens do consórcio para a aquisição de imóvel, em relação ao financiamento tradicional, é que o pagamento mensal às administradoras, para o mesmo valor de crédito, é inferior ao das prestações dos bancos.
- A grande diferença é essa: o financiamento tem altas taxas de juros ainda e, no consórcio, o que ele vai pagar a mais é só a taxa de administração
Numa simulação feita pela administradora, para um imóvel de R$ 100 mil, o consorciado pagaria R$ 820 por 150 meses (12 anos e meio). No fim do período, a pessoa teria pago R$ 123 mil, incluindo a taxa de administração do consórcio, 52% menos que num financiamento bancário com juros de 12,83% ao ano, em que as parcelas mensais podem chegar a R$ 1.736. Neste caso, o total pago ao fim do prazo seria R$ 260 mil, quase o triplo do valor do bem.
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Escrito por simeao